Observabilidade em TI: tenha uma visão completa das atividades de suas aplicações

O uso de microsserviços para o gerenciamento de aplicações de sistema torna o trabalho de DevOps na gestão de incidentes cada vez mais complexo. Isso implica em um aumento da dificuldade para manter uma visão minuciosa dos processos e das atividades que ocorrem no interior das aplicações.

Porém, monitorar as atividades para fazer a gestão de incidentes de forma eficiente, continua sendo imprescindível. Assim, encontrar formas de acompanhar as atividades e garantir a observância das aplicações tornou-se uma necessidade.

A solução encontrada pelos desenvolvedores e equipes de TI foi a criação dos sistemas de observabilidade.

Logo, se a sua empresa precisa atualizar suas práticas para a gestão de incidentes, a observabilidade em TI com certeza é um tema relevante para você. 

A seguir, explicamos o que é a observabilidade em TI e apresentamos sua função, pilares e benefícios. Continue a leitura e aprenda como aplicar a observabilidade no seu negócio!

Observabilidade em TI: o que é?

O conceito de observabilidade em TI surgiu justamente da complexificação que os processos de monitoramento de sistemas vêm passando. 

Basicamente, a observabilidade é traduzida na capacidade que uma empresa ou a sua equipe de desenvolvedores tem de explorar, rastrear, coletar, processar e analisar dados e métricas em um ambiente de produção. 

Esse ambiente pode ser descentralizado, ou baseado em cloud computing, contudo, a tendência é que as nuvens favoreçam e facilitem a obtenção e o processamento das informações.

O objetivo da observabilidade é prevenir e alertar as equipes responsáveis sobre a ocorrência de problemas relacionados aos diversos incidentes que podem acontecer nas aplicações de um sistema.

Dessa forma, a observabilidade contribui diretamente para aspectos fundamentais de um negócio moderno, como segurança, confiabilidade e experiência dos clientes.

Em princípio, o conceito de observabilidade surgiu nas plantas industriais, consistindo na capacidade de monitorar a linha de produção das fábricas, evitar incidentes e garantir máxima eficiência. 

Décadas depois, com a evolução tecnológica e a transformação digital das empresas, o conceito se combinou às funções de monitoramento de sistemas, ganhando abrangência de funções e incorporando novas capacidades. Dessa forma, chegamos à observabilidade como conhecemos hoje.

Diferenças entre monitoramento e observabilidade

Antes de tudo, destacamos que o monitoramento precede a observabilidade. Mas, para evitar problemas de compreensão sobre o papel de cada um, é preciso ir além e distinguir melhor o conceito de monitoramento de observabilidade. 

O monitoramento se refere às atividades que visam o acompanhamento de índices, métricas e tendências. Tem como objetivo ajudar a identificar problemas antes que eles provoquem consequências graves para a empresa e para os seus clientes.

Porém, o monitoramento não visa explicar o porquê de uma aplicação ou sistema ter se comportado de maneira inesperada. Ele apenas indica os problemas por meio dos índices e das métricas acompanhadas. Além disso, o monitoramento não tem capacidade de exercer essa função em sistemas de alta complexidade, com diferentes aplicações ligadas aos sistemas.

Já a observabilidade pressupõe o desenvolvimento da capacidade de explicar o comportamento dos sistemas e das aplicações, ajudando, portanto, a identificar por que e como os incidentes acontecem em ambientes de alta complexidade. 

Assim, o conceito de observabilidade é um tipo de “evolução”, que permite que os problemas sejam investigados e solucionados de forma definitiva e, também, que sejam antecipados e contornados antes de causar prejuízos às aplicações e ao sistema.

observabilidade em TI

Observabilidade em TI: para que serve?

De forma mais sucinta, a observabilidade em TI é a melhor forma de detectar e de investigar as causas de problemas em sistemas de alta complexidade.

Detecção de problemas

A detecção dos problemas é a função primordial da observabilidade. Ela funciona com base em um monitoramento proativo das atividades e aplicações, emitindo alertas quando alguma ação foge do padrão ou parâmetro esperado.

Para isso, a observabilidade se baseia em ferramentas de Inteligência Artificial, machine learning, telemetria, testes A/B, monitoramento da performance de aplicativos e da experiência digital.

Investigação dos problemas

A investigação é justamente a atribuição da observabilidade que supera as funções de um simples sistema de monitoramento.

Isto é, com a detecção dos problemas, as ferramentas da observabilidade permitem que você entenda rapidamente de onde um problema surgiu e o que fazer para que ele não se repita. 

Para isso, os sistemas contam com as ferramentas de visualização que ajudam a processar e correlacionar os dados obtidos pelo rastreamento, gerando relatórios e gráficos para obtenção de insights.

3 pilares da observabilidade em TI

O conceito de observabilidade está apoiado em três pilares que orientam o seu funcionamento, independente das funções das aplicações contempladas.

Embora os três pilares sejam explicados separadamente, é importante compreender que, para exercer seu objetivo em comum, eles devem ser analisados em conjunto. Somente dessa forma será possível ter uma visão coesa e ampla do status de desempenho e segurança das aplicações e do sistema.

Veja a seguir como os logs, as métricas e o rastreamento balizam o trabalho da observabilidade!

Logs 

Os logs, ou “logs de eventos”, são os registros certificados, com data e hora de eventos que acontecem no interior das aplicações. Em geral, os logs são materializados em três formas distintas:

  • Logs de texto: formato mais comum.
  • Logs estruturados: normalmente emitidos em formato JSON, têm adquirido mais defensores.
  • Logs binários: podem apresentar formato Protobuf, binlogs MySQL e systemd journal.

A detecção e o acompanhamento dos logs é a parte mais simples da observabilidade. Eles são muito eficientes para revelar informações granulares sobre o contexto local.

Contudo, as idiossincrasias de desempenho, devido à diversidade de formatos de logs e de bibliotecas, torna difícil a operação com os logs em contextos de microsserviços e múltiplas aplicações.

Métricas

O acompanhamento de métricas é uma atividade imprescindível para a gestão de sistemas de diferentes finalidades. 

No caso da observabilidade em TI, as métricas são usadas como uma representação para os dados de monitoramento e desempenho medidos em um determinado período de tempo.

Com isso, é possível utilizar modelagem matemática e análises preditivas para explicar e prever o comportamento de um sistema no presente e futuro.

Aplicadas à observabilidade, as métricas podem ser otimizadas por meio de compactação e armazenamento, servindo de base para longa retenção de dados. Assim, elas compõem parte fundamental da construção de painéis para observação de tendências. 

As métricas de monitoramento baseadas em logs têm a grande vantagem de serem mais facilmente armazenadas e contarem com grande carga de dados e informações para processamento, sem, com isso, resultar em um aumento dos custos operacionais.

Elas ainda são responsáveis pela padronização de níveis e parâmetros que determinarão quando uma atividade ou mudança deve ser comunicada via alerta.

Rastreamento

O rastreamento, também conhecido como trace ou tracing, é uma forma de representar os eventos distribuídos e casualmente relacionados, que possibilita a codificação do fluxo de requisição de ponta a ponta em um sistema distribuído.

Esses eventos são os logs, já citados anteriormente. Ou seja, o rastreamento consiste no mapeamento das atividades de logs, contribuindo, assim, para a visualização do caminho percorrido em requisições e revelando a sua estrutura e o seu comportamento.

Desse modo, os rastreamentos permitem que os desenvolvedores, gestores e engenheiros de softwares compreendam o comportamento dos logs de aplicações, os serviços envolvidos no seu percurso, as conjunturas e os efeitos de assincronia em sua execução.

Com isso, o rastreamento contribui para identificar o trabalho realizado em cada camada de aplicações, permitindo a verificação de causalidade em aplicações e garantindo diagnósticos mais precisos sobre problemas detectados.

observabilidade em TI

Observabilidade em TI: benefícios e vantagens

A observabilidade em TI proporciona uma série de benefícios e vantagens competitivas para as empresas que investem nessa função. 

Veja a seguir quais são os efeitos práticos desses benefícios.

Aumento da produtividade

Com a aplicação da observabilidade, fica mais fácil para a equipe de desenvolvedores e gestores de aplicações identificar problemas e erros e corrigi-los prontamente, antes que afetem o usuário final. 

Assim, a observabilidade diminui o tempo necessário para a correção de problemas, fazendo com que os sistemas sejam mais confiáveis e, consequentemente, produtivos. 

Redução de custos operacionais

Graças à automatização de uma série de funções, a observabilidade implica na redução de trabalhos manuais demorados.

Inovação como prioridade

Ao favorecer a identificação dos problemas com maior potencial de dano, a observabilidade permite a priorização de ações que podem ter impacto real no desempenho e na solução definitiva de problemas, contribuindo para a inovação e o aprimoramento de atividades e processos.

Integração de dados e colaboração entre setores

Com um sistema capaz de rastrear dados de logs, gerar métricas e centralizar essas informações, ou seja, integrar dados, é provável que ocorra um crescimento natural da colaboração entre setores.

Na prática, isso se reflete na eliminação de solicitações entre setores diferentes para acesso a informações que devem ser de fácil localização e disponibilidade.

TI como atividade estratégica

Aplicando a observalidade de forma eficiente, as atividades de TI e desenvolvimento de aplicações têm mais condições de desempenharem uma função estratégica, aprimorando as experiências digitais de colaboradores e clientes da empresa.

Observabilidade em TI: como aplicar?

Por fim, para aplicar a observabilidade de forma adequada, é preciso combinar e integrar as seguintes atividades de monitoramento:

  • Monitoramento de infraestrutura: indica a integridade e qualidade do ambiente de desempenho das aplicações.
  • Monitoramento do desempenho de aplicações: aponta o comportamento das aplicações e determina o caminho percorrido pelas chamadas, bem como as suas condições de execução.
  • Monitoramento de usuários: permite compreender a experiência de usuários reais, baseando-se na coleta de dados de navegadores, isolando ainda os problemas relacionados ao front-end e ao back-end.
  • Monitoramento sintético: avalia o impacto de lançamentos, APIs de terceiros e problemas de rede no desempenho e confiabilidade das aplicações.
  • Visualização dos logs: possibilita o aprofundamento nas causas que explicam o surgimento de problemas no decorrer dos processos, contribuindo para identificação das melhores soluções.
  • Monitoramento de respostas a incidentes: alerta as equipes em relação à necessidade de corrigir novos problemas e fornecer dados e informações para implementar uma ação de correção.

Observabilidade em TI: conclusão

Para concluir este material, ressaltamos que investir em observabilidade não significa simplesmente implementar as práticas de monitoramento de forma desconexa.

O propósito da observabilidade em TI será alcançado de fato apenas se houver uma mentalidade de colaboração entre equipes. 

Somente assim a observabilidade possibilitará uma visão ampliada do desempenho de aplicações e sistemas, e os resultados poderão ser quantificados e analisados para o surgimento de insights.

O alinhamento e comprometimento de toda a equipe é fundamental nesse processo. Porém, sabemos que desenvolver uma jornada completa de monitoramento para constituir a observabilidade em TI pode ser difícil sem a orientação certa. Por isso, a Elven Academy oferece diversos treinamentos voltados para comunidade SRE e DevOps!

Aproveite e conheça os programas de formação e as soluções de monitoramento e observabilidade desenvolvidos pela Elven!

Observabilidade em TI: tenha uma visão completa das atividades de suas aplicações

Observabilidade em TI

O uso de microsserviços para o gerenciamento de aplicações de sistema torna o trabalho de DevOps na gestão de incidentes cada vez mais complexo. Isso implica em um aumento da dificuldade para manter uma visão minuciosa dos processos e das atividades que ocorrem no interior das aplicações.

Porém, monitorar as atividades para fazer a gestão de incidentes de forma eficiente, continua sendo imprescindível. Assim, encontrar formas de acompanhar as atividades e garantir a observância das aplicações tornou-se uma necessidade.

A solução encontrada pelos desenvolvedores e equipes de TI foi a criação dos sistemas de observabilidade.

Logo, se a sua empresa precisa atualizar suas práticas para a gestão de incidentes, a observabilidade em TI com certeza é um tema relevante para você. 

A seguir, explicamos o que é a observabilidade em TI e apresentamos sua função, pilares e benefícios. Continue a leitura e aprenda como aplicar a observabilidade no seu negócio!

Observabilidade em TI: o que é?

O conceito de observabilidade em TI surgiu justamente da complexificação que os processos de monitoramento de sistemas vêm passando. 

Basicamente, a observabilidade é traduzida na capacidade que uma empresa ou a sua equipe de desenvolvedores tem de explorar, rastrear, coletar, processar e analisar dados e métricas em um ambiente de produção. 

Esse ambiente pode ser descentralizado, ou baseado em cloud computing, contudo, a tendência é que as nuvens favoreçam e facilitem a obtenção e o processamento das informações.

O objetivo da observabilidade é prevenir e alertar as equipes responsáveis sobre a ocorrência de problemas relacionados aos diversos incidentes que podem acontecer nas aplicações de um sistema.

Dessa forma, a observabilidade contribui diretamente para aspectos fundamentais de um negócio moderno, como segurança, confiabilidade e experiência dos clientes.

Em princípio, o conceito de observabilidade surgiu nas plantas industriais, consistindo na capacidade de monitorar a linha de produção das fábricas, evitar incidentes e garantir máxima eficiência. 

Décadas depois, com a evolução tecnológica e a transformação digital das empresas, o conceito se combinou às funções de monitoramento de sistemas, ganhando abrangência de funções e incorporando novas capacidades. Dessa forma, chegamos à observabilidade como conhecemos hoje.

Diferenças entre monitoramento e observabilidade

Antes de tudo, destacamos que o monitoramento precede a observabilidade. Mas, para evitar problemas de compreensão sobre o papel de cada um, é preciso ir além e distinguir melhor o conceito de monitoramento de observabilidade. 

O monitoramento se refere às atividades que visam o acompanhamento de índices, métricas e tendências. Tem como objetivo ajudar a identificar problemas antes que eles provoquem consequências graves para a empresa e para os seus clientes.

Porém, o monitoramento não visa explicar o porquê de uma aplicação ou sistema ter se comportado de maneira inesperada. Ele apenas indica os problemas por meio dos índices e das métricas acompanhadas. Além disso, o monitoramento não tem capacidade de exercer essa função em sistemas de alta complexidade, com diferentes aplicações ligadas aos sistemas.

Já a observabilidade pressupõe o desenvolvimento da capacidade de explicar o comportamento dos sistemas e das aplicações, ajudando, portanto, a identificar por que e como os incidentes acontecem em ambientes de alta complexidade. 

Assim, o conceito de observabilidade é um tipo de “evolução”, que permite que os problemas sejam investigados e solucionados de forma definitiva e, também, que sejam antecipados e contornados antes de causar prejuízos às aplicações e ao sistema.

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Detecção de problemas

A detecção dos problemas é a função primordial da observabilidade. Ela funciona com base em um monitoramento proativo das atividades e aplicações, emitindo alertas quando alguma ação foge do padrão ou parâmetro esperado.

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Investigação dos problemas

A investigação é justamente a atribuição da observabilidade que supera as funções de um simples sistema de monitoramento.

Isto é, com a detecção dos problemas, as ferramentas da observabilidade permitem que você entenda rapidamente de onde um problema surgiu e o que fazer para que ele não se repita. 

Para isso, os sistemas contam com as ferramentas de visualização que ajudam a processar e correlacionar os dados obtidos pelo rastreamento, gerando relatórios e gráficos para obtenção de insights.

3 pilares da observabilidade em TI

O conceito de observabilidade está apoiado em três pilares que orientam o seu funcionamento, independente das funções das aplicações contempladas.

Embora os três pilares sejam explicados separadamente, é importante compreender que, para exercer seu objetivo em comum, eles devem ser analisados em conjunto. Somente dessa forma será possível ter uma visão coesa e ampla do status de desempenho e segurança das aplicações e do sistema.

Veja a seguir como os logs, as métricas e o rastreamento balizam o trabalho da observabilidade!

Logs 

Os logs, ou “logs de eventos”, são os registros certificados, com data e hora de eventos que acontecem no interior das aplicações. Em geral, os logs são materializados em três formas distintas:

  • Logs de texto: formato mais comum.
  • Logs estruturados: normalmente emitidos em formato JSON, têm adquirido mais defensores.
  • Logs binários: podem apresentar formato Protobuf, binlogs MySQL e systemd journal.

A detecção e o acompanhamento dos logs é a parte mais simples da observabilidade. Eles são muito eficientes para revelar informações granulares sobre o contexto local.

Contudo, as idiossincrasias de desempenho, devido à diversidade de formatos de logs e de bibliotecas, torna difícil a operação com os logs em contextos de microsserviços e múltiplas aplicações.

Métricas

O acompanhamento de métricas é uma atividade imprescindível para a gestão de sistemas de diferentes finalidades. 

No caso da observabilidade em TI, as métricas são usadas como uma representação para os dados de monitoramento e desempenho medidos em um determinado período de tempo.

Com isso, é possível utilizar modelagem matemática e análises preditivas para explicar e prever o comportamento de um sistema no presente e futuro.

Aplicadas à observabilidade, as métricas podem ser otimizadas por meio de compactação e armazenamento, servindo de base para longa retenção de dados. Assim, elas compõem parte fundamental da construção de painéis para observação de tendências. 

As métricas de monitoramento baseadas em logs têm a grande vantagem de serem mais facilmente armazenadas e contarem com grande carga de dados e informações para processamento, sem, com isso, resultar em um aumento dos custos operacionais.

Elas ainda são responsáveis pela padronização de níveis e parâmetros que determinarão quando uma atividade ou mudança deve ser comunicada via alerta.

Rastreamento

O rastreamento, também conhecido como trace ou tracing, é uma forma de representar os eventos distribuídos e casualmente relacionados, que possibilita a codificação do fluxo de requisição de ponta a ponta em um sistema distribuído.

Esses eventos são os logs, já citados anteriormente. Ou seja, o rastreamento consiste no mapeamento das atividades de logs, contribuindo, assim, para a visualização do caminho percorrido em requisições e revelando a sua estrutura e o seu comportamento.

Desse modo, os rastreamentos permitem que os desenvolvedores, gestores e engenheiros de softwares compreendam o comportamento dos logs de aplicações, os serviços envolvidos no seu percurso, as conjunturas e os efeitos de assincronia em sua execução.

Com isso, o rastreamento contribui para identificar o trabalho realizado em cada camada de aplicações, permitindo a verificação de causalidade em aplicações e garantindo diagnósticos mais precisos sobre problemas detectados.

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Observabilidade em TI: benefícios e vantagens

A observabilidade em TI proporciona uma série de benefícios e vantagens competitivas para as empresas que investem nessa função. 

Veja a seguir quais são os efeitos práticos desses benefícios.

Aumento da produtividade

Com a aplicação da observabilidade, fica mais fácil para a equipe de desenvolvedores e gestores de aplicações identificar problemas e erros e corrigi-los prontamente, antes que afetem o usuário final. 

Assim, a observabilidade diminui o tempo necessário para a correção de problemas, fazendo com que os sistemas sejam mais confiáveis e, consequentemente, produtivos. 

Redução de custos operacionais

Graças à automatização de uma série de funções, a observabilidade implica na redução de trabalhos manuais demorados.

Inovação como prioridade

Ao favorecer a identificação dos problemas com maior potencial de dano, a observabilidade permite a priorização de ações que podem ter impacto real no desempenho e na solução definitiva de problemas, contribuindo para a inovação e o aprimoramento de atividades e processos.

Integração de dados e colaboração entre setores

Com um sistema capaz de rastrear dados de logs, gerar métricas e centralizar essas informações, ou seja, integrar dados, é provável que ocorra um crescimento natural da colaboração entre setores.

Na prática, isso se reflete na eliminação de solicitações entre setores diferentes para acesso a informações que devem ser de fácil localização e disponibilidade.

TI como atividade estratégica

Aplicando a observalidade de forma eficiente, as atividades de TI e desenvolvimento de aplicações têm mais condições de desempenharem uma função estratégica, aprimorando as experiências digitais de colaboradores e clientes da empresa.

Observabilidade em TI: como aplicar?

Por fim, para aplicar a observabilidade de forma adequada, é preciso combinar e integrar as seguintes atividades de monitoramento:

  • Monitoramento de infraestrutura: indica a integridade e qualidade do ambiente de desempenho das aplicações.
  • Monitoramento do desempenho de aplicações: aponta o comportamento das aplicações e determina o caminho percorrido pelas chamadas, bem como as suas condições de execução.
  • Monitoramento de usuários: permite compreender a experiência de usuários reais, baseando-se na coleta de dados de navegadores, isolando ainda os problemas relacionados ao front-end e ao back-end.
  • Monitoramento sintético: avalia o impacto de lançamentos, APIs de terceiros e problemas de rede no desempenho e confiabilidade das aplicações.
  • Visualização dos logs: possibilita o aprofundamento nas causas que explicam o surgimento de problemas no decorrer dos processos, contribuindo para identificação das melhores soluções.
  • Monitoramento de respostas a incidentes: alerta as equipes em relação à necessidade de corrigir novos problemas e fornecer dados e informações para implementar uma ação de correção.

Observabilidade em TI: conclusão

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O propósito da observabilidade em TI será alcançado de fato apenas se houver uma mentalidade de colaboração entre equipes. 

Somente assim a observabilidade possibilitará uma visão ampliada do desempenho de aplicações e sistemas, e os resultados poderão ser quantificados e analisados para o surgimento de insights.

O alinhamento e comprometimento de toda a equipe é fundamental nesse processo. Porém, sabemos que desenvolver uma jornada completa de monitoramento para constituir a observabilidade em TI pode ser difícil sem a orientação certa. Por isso, a Elven Academy oferece diversos treinamentos voltados para comunidade SRE e DevOps!

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34 comentários em “Observabilidade em TI: tenha uma visão completa das atividades de suas aplicações”

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